9. O Corpo Governante Afirma Ser o "Escravo Fiel e Discreto" de Jesus

William do Vale Gadêlha


Confira em Mateus 24:45-47 se Jesus menciona algum "canal de comunicação".

Confira este texto para ver se Paulo aí menciona algum "canal de comunicação".

Quem designou estes homens do Corpo Governante como "escravo fiel e discreto"?

Neste texto, Pedro responde a Jesus: "Senhor, para quem havemos de ir? Tu tens declarações de vida eterna." Novamente, nenhum canal de comunicação é mencionado! O Corpo Governante tem a pretensão de aplicar a si mesmo algo que claramente se refere a Jesus.

   A Sentinela, 1.º de outubro de 1994, p. 8
A Sentinela, 1.º de outubro de 1994, p. 8

Os servos de Jeová do passado receberam claras designações bíblicas:

  • Noé: Gênesis 6:14, 18, 22
  • Abraão: Gênesis 12:1-3
  • Moisés: Êxodo 3:10
  • Josué: Josué 1:1, 2, 5
  • Davi: 1 Samuel 16:12
  • Elias: 1 Reis 18:1
  • Isaías: Isaías 6:1, 9
  • Jeremias: Jeremias 1:5, 7
  • Ezequiel: Ezequiel 2:1, 3
  • Daniel: Daniel 1:17
  • Jonas: Jonas 1:1, 2
  • João Batista: Lucas 3:2
  • Paulo: Atos 9:15; 13:2
  • João: Revelação 1:1, 2

Todos estes receberam designações claramente delineadas na Palavra de Deus. Onde estão, na Bíblia, as claras designações de Russell, Rutherford, Frederick Franz ou de algum Corpo Governante? (Estes termos nem aparecem na Bíblia.)

Quem é realmente o "escravo fiel e discreto"?

Jesus contou várias parábolas para ilustrar diversas lições: a do homem que construiu sobre a rocha, Mateus 7:24, 25 (acatar as palavras de Deus), a do homem que ajuntou bens em celeiros, Lucas 12:16-20 (evitar o materialismo), a do Bom Samaritano, Lucas 10:29-37 (o amor ao próximo). A do escravo fiel e discreto, Mateus 24:45, é mais uma parábola, que, como tantas outras, ilustra a aprovação e desaprovação de Deus para os que o servem e os que não o servem. O Corpo Governante transforma esta parábola numa designação para eles mesmos, isto é, os homens que dele fazem parte, do mesmo modo que a Igreja Católica usa as palavras de Jesus a Pedro em Mateus 16:18, 19 para dizer que o Papa é alguém com autoridade especial, o "legítimo representante de Deus na terra".


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